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Isso é o que acontece com o cérebro de uma pessoa que acaba de morrer

POR Natália Pereira    EM Ciência e Tecnologia      03/01/18 às 13h21

Já se perguntou o que acontece com o cérebro de uma pessoa quando ela morre? O que acontece durante a transição entre a vida e a morte? Você vê algo? Pensa algo? Existem diversos questionamentos a cerca da morte e com elas surgem várias formas de se compreender esse período tão temido pelos humanos. Alguns acreditam que é possível ver uma luz quando sua vida está prestes a se esvair de seu corpo. Outros que você vai poder desfrutar de um paraíso só seu, ou mesmo reviver todos os momentos da sua vida. Alguns até mesmo que você simplesmente deixa de existir e que num piscar de olhos o tudo se torna nada. Mas o que a ciência pode nos dizer a respeito disso?

As atividades cerebrais sofrem mudanças drásticas quando um indivíduo morre. A consciência final registrada por uma pessoa quando ela está prestes a morrer é simplesmente incrível e misterioso. Um caso em especial revelou atividades cerebrais até mesmo 10 minutos depois do seu falecimento. Isso fez com que pesquisadores procurassem se aprofundar mais no assunto e em 2013 a Universidade de Michigan fez uma descoberta incrível através de seus estudos com ratos.

A descoberta

Depois de sofrerem uma morte clínica, os ratos que compunham o teste mostraram uma maior atividade no cérebro. Por mais que se imaginasse o contrário o estudo revelou que as assinaturas elétricas de sua consciência se acentuaram. Mostrando-se maiores do que os níveis normais encontrados durante a vida do animal. Com isso os pesquisadores começaram a se perguntar se, naquele momento, o cérebro estaria experimentando uma espécie de pico de consciência.

Neurologistas como Jimo Borjigin, membro da equipe de pesquisa, afirmaram então que esse fator seria similar ao apresentado por pacientes que enfrentam a experiência de morte. Já que esta é decorrente da atividade cerebral e ela se mostrou presente mesmo após a parada do fluxo sanguíneo. De acordo com eles isso faz com que as ideias sobre o assunto até o momento mudem. Agora, após uma morte clínica e a parada do fluxo sanguíneo, não se pode mais dizer que obrigatoriamente as atividades cerebrais também parem simultaneamente.

Além disso a descoberta também fez com que os pesquisadores entendessem que a redução de oxigênio e de glicose em uma parada cardíaca aumentam as atividades cerebrais e, consequentemente, do processamento consciente do indivíduo. Esses fatores podem abrir novas portas para a ciência e possibilitar uma maior compreensão a respeito dele. Ajudando também a entender melhor as experiências de quase morte, já que o cérebro ainda está ativo quando o coração para de bater.

Mas e então, o que você acha dessa nova descoberta? Acredita que ela vá trazer benefícios futuros para as pessoas? Comenta aí!

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Via   Galileu     Hypescience  
Natália Pereira
EQUIPE FATOS DESCONHECIDOS, BRASIL
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