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NASA estuda como parar um supervulcão que poderia destruir a vida na Terra

POR Leticia Rocha EM Ciência e Tecnologia 09/10/18 às 23h46

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Todos nós pensamos no fim do mundo como um grande evento ou catástrofe sobrenatural. Algo como uma guerra nuclear, um meteoro ou quem sabe o aquecimento do planeta. Todas essas possibilidades continuam valendo, no entanto, há uma outra para qual ninguém dá muita atenção, mas que segundo a NASA, pode ser nossa perdição. Esse grande mal seria um supervulcão.

Mas como são esses supervulcões? Na verdade, são mais de um, mas é um em específico que pode pôr fim a humanidade. Enfim, são o que o nome diz, vulcões gigantescos que têm capacidade de destruir a humanidade. Felizmente, não existem em grande quantidade, são cerca de 5 a 10 em todo o mundo.

Como funciona um supervulcão?

Os supervulcões precisam de muito magma para ocasionar uma erupção. Em condições susceptíveis para isso, demorariam cerca de 10 a 100 mil anos para que isso acontecesse. Felizmente, as  atuais condições não são as melhores e isso não ocorreu. Já que a última supererupção ocorreu há cerca de 640 mil anos.

O mais perigoso supervulcão é o Yellowstone, nos Estados Unidos, localizado no Parque Nacional de Yellowstone. Uma das explosões desse gigante originou uma cratera que é duas vezes maior que a cidade de São Paulo. O que é uma área extremamente grande e significante. Caso entre em erupção, o desastre causaria uma crise de fome mundial.

Quanto mais quente o vulcão fica, mais gases ele produz e consequentemente mais magma. O que causa a explosão.  A única forma de evitar que isso ocorra é com o resfriamento da região. No entanto, construir um aqueduto em cima de um supervulcão, enquanto algumas pessoas passam sede, não parece ser a melhor alternativa certo? Portanto, é preciso buscar um outro método.

Resfriando os supervulcões

A solução que a NASA encontrou para resfriar o supervulcão foi a seguinte. Perfurar ao redor do supervulcão, cerca de 10 km de profundidade e bombear água sob alta pressão, que gradativamente iria resfriar o local. Iriam também aproveitar essa estrutura para uma usina geotérmica que geraria energia elétrica a um preço altamente competitivo.

No entanto, isso requer um investimento grande, de pouco mais de 3 bilhões de dólares. A NASA alertou que o Yellwstone, em específico, tem uma erupção a cada 600 mil anos e que a última ocorreu há cerca de 600 mil anos. Este seria o momento para refletir formas de tentar parar essa ameaça iminente à vida humana.


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Leticia Rocha
Jornalista e aprendiz de Dani Noce. No insta é ticia_rochaa
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