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O curioso mito de Cupido e Psique

POR Bruno Dias EM Curiosidades 26/03/19 às 19h42

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Os mitos são histórias que era usadas pelo povo grego para explicar fatos da realidade e fenômenos da natureza. E também para explicar as origens do mundo e do homem, fatos que as pessoas não compreendiam. Os mitos usam de simbologias, personagens sobrenaturais, deuses e heróis. Eles são misturados com fatos reais, características humanas e pessoas que realmente existiram.

Uma figura bastante conhecida e vista em galerias de arte e museus ao redor do mundo é o Cupido. Geralmente, ele tem suas asas. Já Psique é representada como um mulher bonita, jovem e inocente.

A história de Cupido e Psique é encontrada pela primeira vez no livro romano chamado de Metaforfosis ou Asno de Ouro. Ele foi escrito por Lucius Apuleio no século II e depois outras versões parecidas foram feitas.

História

Segundo a história, o rei tinha três filhas e a caçula se chamava Psique. Ela era tão bonita que os homens esqueciam de dar suas oferendas à Vênus quando a encontravam. E com ciúme, a deusa ordenou que Cupido atirasse na mulher para que ela caísse de amor pelo homem mais feio do mundo. Mas Cupido, acidentalmente, se atingiu com uma de suas flechas e ficou perdidamente apaixonado por Psique.

Por Psique ainda estar solteira, os pais, preocupados, foram consultar um oráculo. O que foi dito aos pais foi que a mulher deveria se juntar a um monstro que morava no topo da montanha. Psique foi cumprir seu destino. Quando chegou ao topo da montanha, Céfiro, o vento do oeste, a deixou em uma caverna cheia de joias e ornamentos.

E quando estava na caverna, ela foi visitada pelo monstro, que era ninguém menos que o Cupido. Ele tinha subornado o oráculo para que ele dissesse aos pais de Psique que ela tinha que ir para a montanha.

Cupido pediu a Psique que não acendesse a luz jamais. Ele tinha medo que a mulher o reconhecesse por suas asas. Depois de um tempo, Psique explicou à suas irmãs que o monstro, na verdade, a tratava super bem. Mas elas, com ciúmes, a convenceram de que ela tinha que acabar com ele.

A mulher então voltou à caverna com um punhal, mas acabou decidindo não matá-lo. Ao invés disso, ela acendeu a lâmpada para vê-lo dormir e descobriu que era o Cupido. Psique não sabia o que fazer. Então, irritada e decepcionada, ela pegou as flechas do Cupido para atacá-lo com elas. Mas ela acabou se espetando com uma delas e se apaixonando por ele.

O Cupido acordou quando uma gota de óleo da lâmpada caiu em suas costas. Já acordado, ele disse: "o amor não pode viver onde não há confiança". Desapontado, Cupido deixou a caverna para não voltar mais.

Encontro

Psique procurou seu marido por toda Grécia, mas sem sucesso. Então a deusa Deméter, agradecida pelas oferendas que a mulher a tinha feito, resolveu ajudá-la. Ela disse que Psique tinha que ir até Vênus, a mãe de Cupido, para poder encontrá-lo.

Ela então foi até um templo da deusa. Vênus propôs três testes à Psique, e se ela cumprisse os três, a ajudaria. A primeira imposição foi pedir cereais, como tinha feito para Deméter, mas em um tempo impossível. Mas Cupido, que ainda estava apaixonado pela mulher, mandou formigas para ajudá-la.

O segundo teste era tirar a lã de ovelhas que produziam lã de ouro. O deus do rio ajudou Psique e ela conseguiu levar a lã até Vênus. Como teste final, Vênus mandou Psique até Hades para conversar com Proserpina, que lhe daria um pouco da beleza perdida de volta.

Para ir ao encontro de Hades, Psique achou que a morte fosse o caminho mais fácil. Quando ela ia se jogar de um precipício, uma voz a parou e a mostrou um caminho direto. Ela conseguiu chegar até Proserpina, que lhe entregou a beleza em uma caixa.

Quando estava voltando ao mundo dos vivos, Psique abriu a caixa para pegar um pouco da beleza para reconquistar Cupido. Mas o que tinha na caixa era um vapor infernal, que a deixou sonolenta, quase que morrendo.

Cupido já a tinha perdoado e foi ajudá-la. Ele implorou à sua mãe que pudesse se casar com Psqiue. Ela finalmente concordou e concedeu à Psique a imortalidade.


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Bruno Dias
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