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O interior do laboratório de terrorismo do Estado Islâmico vai te deixar com muito medo

POR Rafael Miranda    EM História      07/01/16 às 16h26

O grupo terrorista Estado Islâmico (EI) está constantemente nas manchetes internacionais devido as suas ações terroristas que prejudicam milhares de pessoas no Oriente Médio e no Ocidente. O grupo proclamou um califado (conjunto de regras que devem ser seguidas por chefes políticos e religiosos após a morte de Maomé) em junho 2014.

O chefe do califado do Estado Islâmico é Abu Bakr al-Baghdadi. Quando eles dominam uma região, eles implantam uma autoridade religiosa, política e militar sobre todos as pessoas que estão em seu território. Devido suas atividades extremistas, o grupo é altamente criticado pelas Nações Unidas, vários governos e grande parte da população muçulmana.

Em dezembro de 2015, o grupo tinha o controle sobre vastos territórios no interior do Iraque e da Síria. Entre 2,8 milhões e 8 milhão de pessoas vivem em territórios dominados pelos membros e aliados do Estado Islâmico. O EI também controla pequenas áreas na Líbia, Nigéria e Afeganistão e opera em outras partes do mundo, incluindo o Norte de África e no Sul da Ásia.

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O EI utiliza com exaustão de mídias sociais para difundir seus ideais. Além disso, circula na internet diversos vídeos de execuções de soldados e civis, incluindo jornalistas e trabalhadores humanitários que são capturados pelos terroristas.

Em todo o mundo, líderes religiosos islâmicos têm condenado as ideologias e ações do EI. Os islâmicos afirmam que o grupo se desviou do caminho do verdadeiro Islã e que suas ações não refletem os ensinamentos ou virtudes reais da religião. Mais de 60 países estão de forma direta ou indireta, em guerra contra o Estado Islâmico.

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O grupo surgiu 1999 e se chamava "Jama'at al-Tawhid wal-Jihad". Os terroristas eram associados a Al-Qaeda e participaram da insurgência iraquiana após a invasão do Iraque em março 2003 por forças ocidentais. Eles se juntaram com grupos sunitas para formar o Conselho de Mujahideen Shura e assim, formaram o Estado Islâmico do Iraque em outubro de 2006.

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O grupo terrorista tem uma espécie de faculdade politécnica onde os terroristas aprendem a espalhar o terror. O que você vai ver a seguir, é um laboratório dos terroristas na cidade síria de Raqqa.

Esses laboratórios tem uma equipe de cientistas especialistas em terrorismo. Eles produzem armas mortais e ensinam os integrantes do grupo a fabricar complexas bombas. Esses dados foram descobertos e divulgados em um relatório da Sky News.

A escola mortal foi felizmente confiscada e desativada. Um militante do Estado Islâmico foi capturado enquanto tentava atravessar a fronteira da Turquia. Os integrantes dos grupos terroristas usavam vídeos instrutivos, destinados principalmente para a Europa, onde eles ensinavam jihadistas locais como realizar ataques terroristas devastadores.

"Esta coleção de vídeos é muito mais grave do que qualquer coisa relacionada ao Estado Islâmico", escreveu o correspondente Stuart Ramsay da Sky News. O material que chegou para o veículo de comunicação foi entregado para as autoridades policiais e militares para análise.

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Não era imaginado que as instalações em Raqqa eram tão complexas como as exibidas nos vídeos. A escola terrorista possuía um sistema sofisticado, ensina a fabricação de bombas e a fabrica sistemas de entrega que contornam os protocolos de segurança anti-terroristas.

Os vídeos mostram que o EI está muito melhor equipado do que se pensava anteriormente. Só para dar um exemplo do tipo de coisas que estão sendo fabricadas neste "laboratório do terror", o Estado Islâmico aparentemente encontrou uma maneira de construir baterias térmicas para serem usadas nas superfícies de mísseis aéreos.

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O grupo tem projetado e construído automóveis de tamanho normal que funcionam por meio de controle remoto e podem carregar dezenas de bombas. De acordo com a Sky News, os militantes do EI colocavam manequins com auto-regulação de temperatura para produzir a assinatura de calor humano, permitindo que os carros-bombas fugissem da segurança sofisticada de edifícios militares e governamentais do Ocidente.

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Via   Sky News  
Imagens Sky News
Rafael Miranda
Criando forças para segurar o forninho de cada dia. Instagram: @rafaelmiranda17
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