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O que aconteceu com a atriz que injetou uma bactéria de 3,5 milhões de anos no próprio corpo?

POR Isabela Ferreira    EM Entretenimento      27/10/17 às 18h16
capa do post O que aconteceu com a atriz que injetou uma bactéria de 3,5 milhões de anos no próprio corpo?

O que você faria em prol da busca pela perfeição? Ao longo de nossa história muitos tratamentos já foram desenvolvidos com a promessa de nos deixar mais jovens e bonitos, mas até que ponto eles valem a pena? A medicina moderna é um belo exemplo. A cada dia que se passa novos tratamentos surgem, atraindo pessoas de todas as partes do mundo. Seja por cirurgia, injeção ou tratamento com alguma bactéria, tem gente que parece estar disposta a encarar o risco.

Você já percebeu que a velhice passou a ser tratada como doença? Muitas são as pessoas que aparecem afirmando que tem a cura para isso, no entanto, pode ser algo bastante perigoso. Essa busca pela aparência jovem já rendeu consequências graves para muita gente. Certamente você já ouviu falar em um ou outro caso de uma pessoa que passou por um procedimento estético e acabou se dando mal. Enfim, na busca pela juventude você seria capaz de injetar no próprio corpo uma antiga bactéria?

A bactéria de 3,5 milhões de anos

A tal bactéria foi descoberta por cientistas no ano de 2009, chamada de Bacillus F. Encontrada em um Permafrost, que é uma densa camada de rocha e gelo, na região de Yakutia, localizada na Sibéria. Uma equipe conseguiu desbloquear o código de DNA da bactéria em 2015. De acordo com o que foi divulgado, ao contrário de grande parte das células que podemos encontrar na natureza, a Bacillus F não apresenta sinais de envelhecimento. Essa poderia ser a chave para a longevidade humana.

Manoush, uma atriz de 45 anos, de Munique na Alemanha, é mais uma dessas pessoas que acreditam que o envelhecimento é apenas uma doença... Uma falha genética. Sua constante busca pela aparência mais jovem começou há 20 anos e ela estima que já tenha investido mais de 50 mil dólares em cirurgias plásticas.

Assim que descobriu a existência dessa bactéria, decidiu entrar em contato com o Dr. Anatoli Brouchkov, da Universidade Estaadual de Moscou, que por sinal, já havia começado a ingerir a bactéria na intenção de ver como ela agia em seu corpo. A intenção de Manoush era fazer algo bastante parecido, começando a injetá-las. A mulher nunca teve apoio da família em sua busca pela beleza ideal, e quando apresentou a eles a possibilidade de injetar a bactéria, recebeu ainda menos apoio.

O fato é que ela não poderia ter ajuda médica para isso, visto que qualquer profissional da área que se comprometesse a injetar a bactéria na mulher poderia ter sua licença proibida. Então sua única escolha foi contar com a ajuda de amigos e do próprio Dr. Brouchkov. Ele costuma ingerir a bactéria, e não aconselhava que ela injetasse, no entanto, mesmo assim decidiram fazer "em prol da ciência". Acima de tudo, o doutor queria testar os efeitos da bactéria em diferentes formas.

Manoush começa a injetar a bactéria

Brouchkov passou então a ceder amostras para a mulher. Depois de algum tempo de tratamento, ela afirma que se sente muito melhor e mais disposta. Segundo ela: "Minha pele é tão macia como a bunda de um bebê. Você não pode realmente vê-la nas fotos, mas se me ver pessoalmente você pode ver que não há marcas ou defeitos. Eu nunca me senti melhor. Nunca dormi melhor". Ela ainda relata que se sente mais disposta para o trabalho e na prática de exercícios físicos. Consegue correr uma distância bem maior do que antes.

Ela conta que no verão passado houve uma drástica mudança de temperatura e que quando isso acontecia, ela costumava ficar gripada. No entanto, não foi o caso dessa vez. Afirma que a bactéria pode sim ter relação com isso, mas não existe como provar de fato. Ela começou a injetar a bactéria no dia 22 de julho, 2 vezes por semana. Conta que nunca teve nenhuma reação negativa e que pretende aumentar a dose em breve: "Eu quero ver o que acontece quando você usa mais material. Como funciona?".

Não pretende parar

O doutor conta que teve os mesmos benefícios relatados por ela. Ambos não acreditam que a bactéria seja capaz de lhes dar imortalidade. No entanto esperam que possam ter uma vida mais longa que o comum. Apenas à título de curiosidade, pessoas da região da Sibéria onde a bactéria foi encontrada, tem fama de terem uma vida mais longa. Será mesmo que esse seria o caminho?

Agora Manoush busca outras formas para alcançar a longevidade, no intuito de aliá-las ao uso da bactéria. Ainda diz: "Não me importo com o que as pessoas pensam. Não vou parar com nada para me parecer e sentir mais jovem. Nada!".

Caso você queira conferir mais detalhes, pode gostar de ver o vídeo abaixo!

E então pessoal, o que acharam?  Compartilhem suas ideias com a gente aí nos comentários!


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Via   Barcroft TV     Daily Mail  
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Isabela Ferreira
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