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O que gasta mais, ter um menino ou uma menina?

POR Jesus Galvão    EM Curiosidades      24/10/19 às 14h28

Muitos casais ao se casarem sonham em constituir sua família rapidamente, tendo seus filhos o mais rápido o possível. Mas todos sabemos que ter filhos não é algo muito barato. Os gastos com uma criança recém-nascida são inúmeros. De repente, ao orçamento mensal devem se incluir gastos com fraldas, leite, medicamentos, entre muitos outros.

Muitos pais não se preocupam necessariamente com o gênero de seus futuros filhos. Se será um menino ou uma menina. Enquanto outros possuem uma certa preferência. Tanto pela ordem do nascimento, quanto pelo número de crianças de cada gênero que eles preferem.

Há aqueles que sonham com um casal. Por outro lado, existem os que desejam ter dois, ou mais, meninos ou meninas. Porém, como sabemos, a palavra final acaba sendo da mãe natureza. Independentemente do resultado, o que vale mesmo é receber a criança com muito amor e lhe garantir o melhor futuro dentro das possibilidades de cada família.

No entanto, um estudo da Associação Brasileira de Educadores Financeiros, a ABEFIN, revelou que ter meninas pode vir a custar até 30% a mais do que ter meninos. Tudo isso devido a algo que foi chamado de 'Efeito Cinderela'. Os pais acabam gastando muito mais com coisas relacionadas ao cuidado dos cabelos, unhas, entre outros itens de beleza de suas filhas. Além de gastos com roupas e acessórios exclusivos para elas.

De acordo com Reinaldo Domingos, presidente da ABEFIN, para um novo estudo, ao longo dos último anos, foram coletados dados de 15 mil pais, cujos filhos tinham idade entre 7 e 12 anos. Com o estudo, a organização percebeu que há muito mais opções de produtos no mercado direcionados ao mundo feminino.

Imposto rosa

Como exemplo linhas inteiras de produtos de beleza, passando por itens escolares temáticos, e infinitos outros tipos de produtos podem ser citados. Nesta questão, os meninos acabam sendo deixados um pouco de lado, com muito menos opções, se comparado as meninas.

Por volta dos 9 até 12 anos, as meninas podem vir a se interessar por questões mais ligadas à aparência. Assim, elas começam a querer experimentar maquiagens e diversos outros produtos, como batons, cremes, perfumes, entre outros. Além do mais, de acordo com especialistas, mesmo os produtos mais comuns, como roupas e brinquedos direcionados para o público infantil feminino, são mais caros.

Esse movimento de mercado foi chamado de 'imposto rosa'. Mesmo as mulheres em idade adulta são afetadas pela problemática. Produtos voltados para este público costumam ser mais caros do que produtos ditos masculinos. Ainda que possuam a mesma finalidade. Um ótimo exemplo para este caso são as lâminas de barbear.

De acordo com a Forbes, o tal imposto rosa perseguirá as mulheres por toda sua vida. Alguns objetos, devido a isso, podem chegar a custar 3 vezes quando direcionado ao público feminino. Produtos para o crescimento do cabelo chegam a enfrentar um aumento de mais de 264%, se comparado a produtos similares para homens.

Para Miguel Ángel de la Torre, diretor executivo da Quarks Creative Consulting, todo esse aumento raramente implicar melhoria no produto. Geralmente, tudo é voltado com a imagem do mesmo. "Um dos principais aumentos se deve ao fato de eles gastarem mais recursos em embalagens, design dos produtos e publicidade para torná-los atraentes. Você sempre encontra mais variedades do mesmo produto para mulheres do que para homens", afirma de la Torre.

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Jesus Galvão
Goiano, Canceriano e Publicitário.
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