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Objeto interestelar Oumuamua é alvo de nova teoria e chama a atenção

POR Diogo Quiareli    EM Ciência e Tecnologia      23/04/20 às 12h50
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Um dos maiores segredos da história é a criação da humanidade. Falar sobre esse assunto é uma tarefa em demasia complicada, visto que as crenças variam de pessoa para pessoa. Há quem acredita que os seres humanos foram criação divina, onde Deus criou do zero o homem e, a partir dele, a mulher. Assim, eles passaram a se multiplicar e multiplicar-se até chegar aos dias atuais. Por outro lado, há a forte crença na teoria do Big Bang, sendo então esse evento o responsável pela criação de todas as coisas naturais que temos hoje. Não menos importante, há teorias de que a vida da Terra poderia ter vindo de outro Sistema Solar por meio do Oumuamua.

Existem diversas teorias sobre a formação do objeto estranho que foi visto cruzando o espaço. Esse foi o primeiro objeto de fora a passar pelo Sistema Solar. Os especialistas ainda buscam uma forma de explicar sua órbita peculiar e seu formato de "charuto". Em 2017, os astrônomos puderam observar o corpo celeste que foi batizado de Oumuamua. Esse é um termo havaiano que significa "um mensageiro de longe chegando primeiro". Recentemente, um novo estudo foi publicado na Nature Astronomy e promete esclarecer mais sobre a origem e a composição do objeto. Além do seu formato, sua origem também intriga diversos cientistas.

Nova teoria a respeito do objeto interestelar Oumuamua

As análises foram conduzidas por pesquisadores dos Observatórios Astronômicos Nacionais da Academia Chinesa de Ciências da Universidade da Califórnia, nos Estados Unidos. Eles usaram simulações de computador a fim de deduzir como o Oumuamua pode ter se formado. De acordo com eles, uma força secundária como "maré" é essencial para a formação do corpo. Isso porque interfere na movimentação de corpos celestes do espaço.

Os estudiosos utilizaram simulações de computador para compreender o que acontece com diversos objetos com órbitas próximas às próprias estrelas. Temos um exemplo claro. Se um asteroide passar a 60 milhões de quilômetros de sua estrela-mãe, ele será esticado. Depois disso, será despedaçado pelas forças de maré fortes. Isso criará um grande número de fragmentos alongados. Isso, dos quais alguns seriam ejetados para o espaço interestelar. Se o corpo que formou o Oumuamua era um cometa, pode ter acontecido esse processo.

As fortes marés gravitacionais acabaram destroçando o cometa e grande parte do seu gelo evaporou. Isso fez com que deixasse apenas um pouco de água e dióxido de carbono abaixo da crosta rochosa do objeto. Se essa teoria for real, os especialistas acreditam que o gelo residual pode ter servido como combustível para o objeto. A ideia central é que cada depósito de água tenha servido como uma fonte de energia. Sendo assim, sua evaporação levou o Oumuamua a apresentar uma trajetória bastante peculiar.

"O cenário de fragmentação das marés não apenas fornece um caminho para a formação singular do Oumuamua. Isso, também, justifica a vasta população de objetos interestelares do tipo asteróide". Essa foi a explicação dada por Yun Zhang, líder da pesquisa.

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Via   Revista Galileu  
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Diogo Quiareli
Geminiano, 26 anos, goiano. Amante de música pop, fã de Katy e Luan.
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