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Se ocorresse uma nova guerra mundial, algum país apoiaria o Estado Islâmico?

POR Magno Oliver    EM Curiosidades      17/11/15 às 18h32

A cidade de Paris está passando por um momento de tensão e mortes muito complicado. De acordo com o procurador-geral da França, François Molins, publicada no site da Folha de São Paulo(veja), "89 pessoas foram mortas por atiradores dentro da casa de shows Bataclan, um dos locais mais atacados durante os atentados a Paris no dia 13 de novembro."

A polícia informou que três atiradores terroristas foram mortos enquanto o ataque acontecia no local. E você sabia que o atentado em Paris acabou entrando para a história como uma das tragédias que marcaram o mundo?

Paralelo a isso, aqui no Brasil, uma tragédia também afetou o estado de Minas Gerais e isso foi parar nas tragédias que entraram para a história do Brasil. Confira aí 5 tragédias que marcaram o Brasil nos últimos tempos (Clique aqui e confira a matéria).

E muito tem se especulado nos meios de comunicação a respeito do atentado terrorista em Paris desencadear uma nova guerra mundial entre o Estado Islâmico e a França. E se ocorresse uma nova guerra mundial, que países apoiariam o Estado Islâmico?

E a BBC Brasil publicou (veja aqui) um esquema de como seria o posicionamento dos países chave no conflito. A verdade é que basicamente nenhum país declarou apoio ao estado islâmico, veja como alguns países se esquematizariam:

União Europeia

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Alguns países da União Europeia já mandaram ajuda para muitas pessoas que estão deslocadas no norte do Iraque. Exemplos desses países são a França, a Alemanha, Itália e o Reino Unido.

O primeiro ministro britânico, David Cameron, seria contrário ao Estado Islâmico. As autoridades alemãs afirmaram que possuem "responsabilidade humanitária [...] de ajudar aqueles que sofrem e para o Estado Islâmico". A França afirmou partiria para a união das potências de todo o mundo e relata que pode ser necessária uma ação militar na região da Síria.

Turquia

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Segundo a publicação, a Turquia vem criticando bastante o presidente sírio Assad e tem se mostrado preocupado com o avanço do Estado Islâmico em sua área ao longo de suas fronteiras.

Líbano

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De acordo com a BBC, "O primeiro-ministro libanês, Tammam Salam, alertou que a propagação do EI representa "um grande teste do qual depende o nosso destino". Facções religiosas e políticas de seu país foram aconselhadas a deixar de lado suas diferenças para garantir que o grupo não estabelecerá um ponto de apoio no local."

Rússia

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Em relação à Rússia, a BBC publicou que ela "é um dos mais importantes aliados do presidente Assad, dando-lhe apoio diplomático e militar. Vetou várias resoluções do Conselho de Segurança da ONU condenando a repressão mortal à dissidência pacífica e continua a fornecer armas e aeronaves para militares sírios."

Estados Unidos

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De acordo com site G1, os Estados Unidos se oporiam ao Estado Islâmico e a Assad. Obama discursou em público prometendo destruir o grupo islâmico. Segundo fala anunciada no site, "É necessário um novo líder e um novo governo inclusivo, que una o povo sírio na luta contra os grupos terroristas."

Irã

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Segundo o site G1, O Irã "opõe-se ao "Estado Islâmico" e militantes islâmicos de orientação sunita. Apoia o governo de Assad.
Uma das potências da Região, o Irã também tem um histórico de aliança com o regime sírio, a quem já deu apoio militar e financeiro. O Irã tem na Síria um aliado para frear a influência de seu principal rival no Oriente Médio, a Arábia Saudita. Mas o país, que segue a tradição xiita do Islã, tem um inimigo comum com EUA e Rússia: o "EI" na Síria e no Iraque, que veem xiitas como hereges."

E o Brasil nessa história?

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De acordo com o blastingnews, "A presidente Dilma Rousseff já se posicionou a respeito dos atentados na França e apesar de não comparecer às homenagens realizadas em Paris às vítimas dos ataques, ela solicitou que José Bustani, embaixador brasileiro na França, comparecesse ao evento representando-a. Vários líderes europeus estiveram presentes.

Ao citar os brasileiros que hoje moram na França, a presidente do Brasil declarou total apoio ao movimento que está sendo formado pelos países europeus contra os terroristas."

E você o que acha dessa possível nova guerra? O que mais tem te assustado com as atitudes dos países? Mande aí para gente nos comentários.

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Magno Oliver
EQUIPE FATOS DESCONHECIDOS, BRASIL
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