Segundo estudiosos, templos gregos tinham rampas de acesso para deficientes

POR Diogo Quiareli    EM Curiosidades      30/07/20 às 12h10
foto de destaque

A Grécia Antiga é um dos assuntos mais estudados e que despertam maior interesse entre as pessoas. Há quem se apaixone pela mitologia grega e todos seus deuses e semi-deuses. Inclusive Zeus, Hércules, Afrodite, Hades e Poseidon estão entre os mais populares do mundo. Há também arqueólogos e demais cientistas que dedicam suas vidas a estudos sobre as construções e documentos antigos. Uma descoberta recente surpreendeu várias pessoas ao redor do mundo. Rampas de acesso a pessoas com deficiência já eram uma grande preocupação na Grécia Antiga. Isso foi apontado por um novo estudo da Universidade Estadual da Califórnia, nos Estados Unidos.

O estudo foi publicado no dia 21 de julho, no periódico Antiquity. Em uma entrevista, a arqueóloga Debby Sneed, autora do estudo, disse que essas pontes já eram conhecidas por cientistas. No entanto, nunca receberam a devida importância porque as pessoas tendem a acreditar que os gregos eram todos musculosos e aptos. Há uma outra teoria de que essas construções serviam para sacrificar animais. Mas, de acordo com Sneed, há diversas pistas de que a realidade não era bem essa.

Algumas esculturas e vasos descobertos antes mostram que os habitantes apoiavam suas bengalas ou muletas nas rampas. Evidências esqueléticas mostram que artrite e doenças articulares eram bastante comuns entre os gregos. Confira conosco mais detalhes sobre esse estudo e as rampas.

Estudos mostram que haviam rampas para deficiente em templos gregos

Sneed procurou por rampas nos santuários da Grécia Antiga. Vasculhou então relatórios de escavações publicado e visitou pessoalmente dezenas desses locais. Ela se concentrou no século 4 a.C., quando os santuários de Asclépio surgiram. A arqueóloga descobriu ainda que dois santuários mais documentados eram equipados com mais rampas do que outros locais, e que elas davam acesso inclusive a outros edifícios.

Embora não existissem cadeiras de rodas naquela época, os visitantes que não podiam andar, precisavam ser carregados em macas. Além disso, haviam os que dependiam de muletas e bengalas. A maior pista veio da distribuição desigual de tampas. O grande santuário de Zeus, em Olympia, por exemplo, possui apenas duas rampas.

Enquanto isso, no Epidauro, há um total incrível de 11 rampas de pedra em nove edifícios separados. Outro templo ainda menor, perto de Corinto, apresentava acesso a rampas. "A distribuição é bastante clara: eles aparecem em lugares onde há mais pessoas com deficiência", disse a arqueóloga.

E aí, o que você achou dessa matéria? Comente então pra gente aí embaixo e compartilhe com seus amigos. Vale lembrar que o seu feedback é extremamente importante para o nosso crescimento. Aproveite o momento para fazer um tour pelas curiosidades do nosso site.


Ei Fatos, não deixe de conferir:

2 SINAIS QUE FALTAM PARA JESUS VOLTAR - E SE FOR VERDADE

Próxima Matéria
avatar Diogo Quiareli
Diogo Quiareli
Geminiano, 26 anos, goiano. Amante de música pop, fã de Katy e Luan.
Viu algum erro ou gostaria de adicionar alguma sugestão a essa matéria? Colabore, Clique aqui.

Matérias selecionadas especialmente para você!

Curta Fatos Desconhecidos no Facebook
Confira nosso canal no Youtube
Siga-nos no
Instagram
Siga Fatos Desconhecidos no Google+