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Tartaruga do tamanho de um carro viveu na Amazônia

POR Bruno Dias    EM Curiosidades      13/02/20 às 18h21

A arqueologia é a ciência responsável por estudar culturas e civilizações do passado. E através das descobertas arqueológicas, vestígios de antigas sociedades, culturas e animais antigos são descobertos. Dessa forma, nós podemos compreender melhor como viveu determinado povo, quais eram seus hábitos e costumes, quais eram os animais que caminhavam sobre a Terra e, até mesmo, o que levou ao seu fim.

Ao longo de nossa história, arqueólogos realizaram inúmeras descobertas arqueológicas. A arqueologia é um ramo, que parece que nunca tem descanso pela quantidade de trabalho, realizado ao redor do mundo, na procura de achados e novas descobertas para a humanidade.

E são novas descobertas que levam os pesquisadores e cientistas a continuarem tetando desvendar todos, ou pelo menos grande parte, dos segredos do mundo antigo. E por mais que os arqueólogos sempre estejam a procura de algo, algumas descobertas podem surpreendê-los.

Nessa busca por conhecimento, os humanos sempre tiveram curiosidade e vontade de saber sobre os animais pré-históricos, aqueles que viveram na Terra, há muito tempo atrás.

E graças aos fósseis achados, pode-se descobrir e nomear esses animais. Eram animais gigantescos de grandes proporções. Os fósseis de uma tartaruga do tamanho de um carro foram descobertos no norte da América do Sul.

Tartaruga

tartaruga é um réptil que tem o corpo coberto por um casco e que já caminha nesse planeta, há muito tempo. Quando pensamos nesses animais, logo nos remetemos à lentidão. No mundo, existem aproximadamente 250 espécies, ou tipos, de tartarugas. Elas também estão presentes, em quase todos os tipos de habitat.

Todo réptil, que tem uma carapaça nas costas, é classificado como testudines ou quelônios. E dentre eles, se tem as tartarugas, cágados e jabutis. Mesmo que a maioria das pessoas pense que todos são uma coisa só, cada um desses tipos tem suas próprias características que são divergentes.

Espécie

O fato de elas caminharem por nosso mundo, há tempos, não é mentira. Tanto que a espécie é chamada de Stupendemys geographicus e ela supostamente viveu nessa região, entre 13 e 7 milhões de anos atrás. Esse fósseis foram encontrados no deserto de Tatacoa, na Colômbia. E também na região de Urumaco, na Venezuela.

Na década de 1970, foram descobertos os primeiros fósseis dessa espécie. Mas desde essa descoberta, existem várias incógnitas sobre esse animal de quatro metros de comprimento.

Essa tartaruga pesava e tinha o tamanho de um carro sedan. Ela vivia em um pântano grande, no norte da América do Sul, antes dos rios Amazonas e Orinoco se formarem.

O macho dessa espécie tinha chifres para frente dos dois lados de seu casco. Nos fósseis, foram encontradas cicatrizes bastante profundas, e isso indica que possivelmente os chifres eram usados combatendo adversários.

De acordo com os pesquisadores, um casco de três metros de comprimento e um osso da mandíbula inferior foram encontrados e deram mais pistas sobre como esse animal gigante se alimentava.

Eles supõem que o animal vivia no fundo de lagos e rios juntamente com crocodilos gigantes. E tinham uma alimentação diversificada comendo pequenos animais, vegetação, frutas e sementes.

Os pesquisadores apontam que o seu tamanho foi crucial, para que esse animal conseguisse se defender dos outros predadores. Tanto que um dos fósseis achados foi encontrado com um dente de crocodilo gigante cravado nele.

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Via   BBC  
Imagens BBC
Bruno Dias
EQUIPE FATOS DESCONHECIDOS, BRASIL
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