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Uma rara condição está fazendo animais serem metade macho e metade fêmea

POR Diogo Quiareli EM Curiosidades 22/04/19 às 16h51

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O reino animal é capaz de nos surpreender cada dia mais. Algumas mudanças conseguem deixar até mesmo os cientistas mais experientes boquiabertos. O universo dos bichos é tão magnífico que ainda, mesmo após milhares de anos, não conhecemos todas as espécies existentes. Existem alguns animais que o ser humano jamais encontrou ou sequer sabe da existência. A evolução também é algo que nos surpreende, pois novas espécies estão sempre nascendo a partir do cruzamento de outras. No entanto, há algo que está intrigando recentemente. Uma rara condição está fazendo animais serem metade macho e metade fêmea.

Mesmo não sendo algo extremamente incomum, essa condição faz com que muitas pessoas, principalmente as leigas no assunto, se assustem. Foi pensando nelas que resolvemos trazer essa matéria. A redação da Fatos buscou mais informações a respeito e trouxe para você, caro leitor, um pouco sobre a rara condição que está fazendo animais serem metade macho e metade fêmea. Se existe algo no reino animal que já te deixou em demasia surpreso, manda pra gente nos comentários aí embaixo. Aproveite desde já para compartilhar essa matéria com seus amigos nas redes sociais. Sem mais delongas, confira conosco a seguir um pouco mais de tudo isso e surpreenda-se.

Rara condição

Do grego, gynos, que quer dizer feminino, e andros, que significa masculino. O ginandromorfismo é o nome dessa condição rara, mas não tÕ incomum. Nela, os animais apresentam características dos dois sexos, sendo tanto macho, quanto fêmea. Não é apenas nos órgãos de reprodução que isso acontece, mas o fato também se apresenta no fenótipo. Isso quer dizer que é possível encontrar uma ave que, de um lado se pareça um galo, e do outro se pareça uma galinha. Ele pode ainda tentar acasalar com galinhas uma hora e na outra hora está tentando colocar ovos.

A condição pode ser diferente de outras onde um indivíduo é geneticamente uniforme, mas possui um fenótipo intermediário entre o padrão dos machos e das fêmeas, ou só apresentam órgãos sexuais masculinos e femininos. Isso não inclui a aparência física. Esse fenômeno afeta principalmente as aves. Estima-se que um em cada um milhão desses animais se desenvolva assim. Os insetos, como borboletas e o bicho da seda, ou crustáceos como a lagosta e camarões também apresentem as características.

Ave

Não há registros disso em mamíferos. Estudiosos acreditam que o desenvolvimento do sexo ocorre de forma diferente, sofrendo muita influência de hormônios. Podem ocorrer três formas de ginandromorfismo. Essas são: bilateral, quando cada metade do corpo é uma região. Há a forma polar, que é quando a região anterior é de um sexo e a posterior de outro e oblíquo, com a região anterior é um lado de um sexo, e a posterior e o outro lado de outro, em diagonal.

Há várias teorias diferentes e explicações para essa condição. Alguns animais têm cromossomos sexuais normais em cada lado do seu corpo, assim levando pesquisadores a pensar que são quase como gêmeos bivitelinos unidos pelo centro. Outra teoria é a de que, graças à uma falha de formação de óvulos, o pacote de DNA com metade dos cromossomos, que deveria ser descartado, é fertilizado. Isso resulta em ambos: óvulo e corpo polar a se desenvolverem.

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Diogo Quiareli
Geminiano, 26 anos, goiano. Amante de música pop, fã de Katy e Luan.
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