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Uma região na Escócia pode estar escondendo cratera da maior colisão de meteorito da História

POR Diogo Quiareli    EM Ciência e Tecnologia      10/06/19 às 17h19

O nosso mundo esconde diversos segredos sobre os mais variados assuntos. A fauna, a flora e até mesmo os comportamentos humanos precisam ser cada vez mais estudados. O planeta ainda possui segredos fortes sobre eventos passados, como a Primeira e Segunda Guerra Mundial, as batalhas em Roma, na Grécia etc. Diversas guerras deixaram resquícios que ainda não foram descobertos. Os túmulos de sacerdotes egípcios ainda são escavados e estão entre as coisas que mais chocam e chamam a atenção. Uma nova descoberta científica pode nos revelar grandes coisas sobre o espaço. Os estudiosos podem finalmente ter descoberto o local onde ocorreu a maior colisão de um meteorito da história do planeta Terra.

Essa cratera estaria localizada na Escócia, mais precisamente debaixo de água e rochas na bacia de Minch. Ela foi descoberta por pesquisadores da Universidade de Oxford. A ideia de que essa estrutura existiria na região foi levantada a princípio em 2008. Isso aconteceu quando foram encontrados detritos rochosos que teriam sido produzidos por um grande impacto na costa do país europeu. Essas rochas são fragmentadas e contêm partículas fundidas. Além disso, elas possuem um tipo de mineral que está diretamente ligado a meteoros.

Algumas evidências reunidas até o momento sugerem que o evento aconteceu há cerca de 1,2 bilhão de anos. Isso quando os continentes ainda eram organizados de forma diferente de como são hoje. A vida em nosso planeta teria existido quase que exclusivamente nos oceanos. Os estudioso no caso acreditam que o meteorito, que teria pelo menos 1 quilômetro de largura, deixou uma cratera de impacto de 15 a 20 quilômetros da costa. Acreditam ainda que essa cratera estaria agora enterrada no fundo do mar e que poderia esconder alguns segredos sobre esse acontecimento.

Em um estudo publicado no Journal of the Geological Society, o Dr. Ken Amor falou a respeito. Ken e seus colegas de pesquisa dizem que estão usando pesquisas sísmicas da década de 1970 para compreender melhor o acontecimento. No entanto, a tecnologia instável pode dificultar a certeza de suas descobertas.

"O que realmente precisamos é de uma nova pesquisa geofísica de alta resolução, uma pesquisa sísmica em 3D", disse o Dr. Amor. "Infelizmente, sendo no mar, isso custaria muito dinheiro. Eu estarei colocando em uma proposta de concessão para fazer algum trabalho sísmico. Esse seria um primeiro passo e ajudaria muito a definição de qualquer estrutura de impacto", finalizou ele.

Possível local de queda do meteorito

Muitas pessoas não sabem, mas um estudo mais profundo sobre isso poderia revelar muitas coisas sobre o passado do nosso planeta. Melhor ainda, sobre um passado tão distante quase esse, de bilhões de anos. Além disso, poderia servir como base para estudos de corpos celestes que entraram em nossa atmosfera nesse período e anos mais tarde, quem sabe até no evento que devastou os dinossauros?

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Diogo Quiareli
Geminiano, 25 anos, goiano.
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