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Vídeo emocionante mostra chimpanzé de 59 anos reconhecendo seu primeiro cuidador

POR Bruno Dias EM Compartilhando coisa boa 16/04/19 às 16h49

capa do post Vídeo emocionante mostra chimpanzé de 59 anos reconhecendo seu primeiro cuidador

Os chimpanzés são os primatas do gênero Pan, da família Hominidae. Há duas espécies do gênero conhecida: os chimpanzés-comuns e os bonobos. Além do fato de serem nossos ancestrais. Essas criaturas compartilham cerca de 99% de nosso DNA e têm comportamento muitas vezes bem parecido com os da nossa espécie.

Assim como nós humanos, o chimpanzé consegue reconhecer a própria imagem no espelho. Essa capacidade é pouco apresentada por outros animais. Eles também são capazes de aprender algumas linguagens como a de sinais, por exemplo.

Os chimpanzés vivem em grupos que variam de tamanho, podendo ter de cinco indivíduos a mais de 100. Mas as fêmeas têm hábitos mais solitários e ficam a maior parte de seu tempo sozinhas. E, geralmente, os machos são soberanos nos grupos em relação às fêmeas e também com machos mais novos.

Além disso, esses animais têm sua própria cultura dependendo de que região eles vivem. E assim como nós humanos, eles são capazes de passar isso para as gerações mais novas. E alguns desses ensinamentos são técnicas para tirar cupins dos cupinzeiros e usar pedras para quebrar frutos mais duros.

Esses animais já foram bastante caçados. E somando isso com a destruição de seu habitat é acreditado que restam apenas 150 mil chimpanzés nos bosques e florestas da África Central e Ocidental. E acredita-se que, no começo do século XX, existiam cerca de dois milhões deles.

E por ter características semelhantes as nossas, esses animais também sofrem com a morte. Chegando aos 59 anos, a vida estava acabando para o chimpanzé chamada Mama. Ela já estava muito fraca para comer ou beber qualquer coisa e só queria ficar sozinha.

Mama nasceu no meio selvagem aproximadamente em 1957. E em 1971, ela foi levada para a Holanda. A primata morava no Royal Burgers' Zoo em Arnhem, nos Países Baixos. E segundo os seus treinadores, Mama era bastante forte.

Forte

Desde que chegou, ela já se estabeleceu como a matriarca dominante da colônia de chimpanzés. Além disso, ela era a mais famosa do zoológico. Mas conforme o tempo foi passando, as coisas foram mudando para Mama.

Assim como os humanos, que vão envelhecendo e se sentindo mais debilitados e com menos vontade de fazer as coisas, Mama também teve essas reações. Com a idade já mais avançada, ela só ficava deitada em sua cama. E também se recusava a beber água ou comer qualquer coisa.

A primata podia sentir que o seu fim estava perto. Mas uma pessoa importante na vida de Mama, o cuidador Jan van Hooff, ainda tinha algumas palavras para dizer a ela. E ele decidiu visitar sua amiga.

Despedida

Mama já estava com dificuldades em perceber qualquer presença e não foi diferente com o homem. Mas quando ele começou a falar em tons suaves e silenciosos, ele viu o que estava acontecendo. Quando Van Hooff falou "Mama" e ofereceu alguma coisa para ela comer, a chimpanzé viu que aquilo lhe era familiar. E nesse encontro, Mama abriu sua boca e colocou o braço na cabeça do seu amado cuidador.

O abraço desses dois velhos amigos emocionou a todos que estavam por perto. E a visita feita por Van Hooff foi na hora certa. Isso porque Mama morreu de velhice pouco tempo depois. E com a morte de Mama, o Royal Burgers' Zoo lamentou também a perda do mais velho chimpanzé em cativeiro da Holanda.


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Bruno Dias
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